Os smartphones estão cada vez mais potentes, mais rápidos, com ecrãs maiores, taxas de atualização elevadas e agora inteligência artificial um pouco por todo o lado. O problema é que a bateria não acompanhou esta evolução ao mesmo ritmo. Mudaram os processadores, mudou o software, mudou a experiência, mas a autonomia continua a sofrer um pouco. Porém, em 2026, a autonomia deixou de depender apenas dos mAh anunciados na caixa e passou a depender muito mais das definições que tens ativas sem sequer pensares nisso. O ecrã continua a ser o maior inimigo da autonomia Não há volta a dar. O ecrã é, de longe, o maior consumidor de energia num smartphone. E há várias decisões de software que parecem inofensivas, mas estão constantemente a sugar bateria. O Always-On Display é um excelente exemplo. É cómodo, é bonito, mas está sempre ligado. Mesmo em painéis OLED, o impacto existe. Desligar esta funcionalidade continua a ser uma das formas mais eficazes de gan...
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