Imagem: Pexels: John Petalcurin Os mouses para jogos são tão bons que (algumas) especificações já não importam. 20.000 DPI? 30.000 DPI? Ainda não é suficiente? Então, por que não optar pelo mais recente mouse topo de linha com 50.000 DPI? Some a isso uma taxa de polling de 8.000 Hz, switches ópticos de terceira geração e uma série de termos técnicos que parecem ter saído diretamente de um laboratório da NASA, de uma Copa do Mundo ou do estilo de vida de um influenciador. A pergunta mais importante nem sequer é feita em meio a toda essa propaganda enganosa: quem realmente precisa disso? Minha resposta sincera: ninguém. Vítima do próprio sucesso Quinze ou vinte anos atrás, mouses gamer caros realmente representavam uma melhoria notável. Naquela época, muitos dispositivos comuns ainda tinham sensores imprecisos, sofriam com "alteração de ângulo" (endireitamento não intencional da linha) ou simplesmente se recusavam a funcionar durante movimentos rápidos – uma sentença de morte...
Samuel Araújo - Informática Extrema
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