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Brasil perde US$ 6,35 por cada dólar em fraudes

  As empresas brasileiras arcam com um custo total de US$ 6,35 para cada dólar perdido em atividades fraudulentas, de acordo com o estudo “ O Real Custo da Fraude – América Latina 2025 “, publicado pela LexisNexis Risk Solutions. O levantamento, conduzido entre setembro e outubro de 2025 com 121 executivos de risco e fraude da Argentina, Brasil , Colômbia e México, revela que o valor reflete não apenas perdas financeiras diretas, mas também custos operacionais, de compliance e de recuperação de clientes. Brasil bloqueia 3.657 transações fraudulentas por mês, mas 1.243 ainda são concluídas Segundo Rafael Costa Abreu, diretor de fraude e identidade para América Latina da LexisNexis Risk Solutions, o custo geral da fraude continua aumentando consistentemente na região. “Regulações mais rígidas, maior conscientização sobre fraudes e um processo global de transferência de dinheiro mais simplificado estão impulsionando as perdas”, afirmou Abreu. Ele acrescentou que, no Brasil, os regul...

Empresa de advocacia teria pago extorsão de US$ 18M

  O escritório de advocacia Weil Gotshal, sediado nos EUA, teria pagado entre USD 18 milhões e USD 20 milhões ao grupo de extorsão Luna Moth para evitar a publicação de dados confidenciais de clientes, conforme reportagem do portal Legal Cheek, citando informações do The Insurer. O valor teria sido pago em até três dias após a demanda, embora o escritório não tenha confirmado se efetivamente realizou o pagamento. Incidente e resposta do escritório Segundo comunicado de um porta-voz da Weil Gotshal citado pelo Legal Cheek, o escritório respondeu recentemente a um incidente cibernético envolvendo um agente de ameaça e o upload não autorizado de um número limitado de documentos de clientes para um site externo de armazenamento em nuvem. Ao descobrir o incidente, o escritório ativou imediatamente seus protocolos de resposta, tomou medidas de contenção preventiva e iniciou uma investigação com o apoio de profissionais de cibersegurança terceirizados, além de notificar as autoridade...

Falsas vagas de emprego imitam marcas para roubar credenciais - Cisoadvisor

  Uma sofisticada campanha de fraude utiliza falsas ofertas de emprego e processos de recrutamento para roubar credenciais de acesso e obter informações sensíveis de usuários . A informação foi publicada hoje por pesquisadores de ameaças da Gen, detalhando que os criminosos exploram a reputação de marcas reconhecidas e grandes eventos internacionais, como a FIFA, para dar credibilidade aos golpes . Engenharia social e uso de inteligência artificial Os criminosos constroem processos completos de contratação que incluem convites de calendário e perfis falsos de recrutadores em plataformas como o LinkedIn . Conforme explicou Iskander Sanchez-Rola, diretor sênior de IA e inovação na Norton, o uso de ferramentas de inteligência artificial facilitou a criação de sites maliciosos altamente convincentes, tornando-os difíceis de detectar . Ao acessar as páginas fraudulentas, as vítimas são induzidas a realizar login . Segundo Sanchez-Rola, algumas campanhas rejeitam contas pessoais e s...

Ataque a MacOS evolui para controle de dispositivos - Cisoadvisor

  Pesquisadores do Netskope Threat Labs identificaram uma nova variante mais sofisticada da campanha ClickFix direcionada a usuários do sistema macOS. A evolução técnica mostra que o objetivo da ameaça mudou do roubo de senhas para o controle de dispositivos, incorporando um trojan de acesso remoto para manter acesso persistente e executar comandos de forma remota nos computadores comprometidos. Cadeia de infecção e roubo de dados A campanha utiliza uma cadeia de infecção totalmente fileless que executa o malware diretamente na memória do sistema. A infecção começa quando a vítima é induzida, por meio de engenharia social, a executar um comando no terminal do macOS. A partir dessa ação, o sistema passa a coletar senhas, cookies de sessão, dados de navegadores e informações armazenadas no Keychain. Os analistas detalharam que a nova variante estabelece mecanismos de comunicação contínua com servidores controlados por invasores. Além disso, foram identificadas funcionalidades vo...

Tecnologia usada na Defesa Civil tem falha de autenticação e permite spoofing - Cisoadvisor

  Um ataque hacker coordenado invadiu a plataforma do sistema nacional “Defesa Civil Alerta” na madrugada de hoje (20 de junho), por volta de 1h30, e disparou ilegalmente um alerta de nível “extremo” para celulares em regiões dos estados da Bahia, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, de acordo com nota da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). O comando do disparo foi realizado remotamente por um usuário externo, sem qualquer ligação com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, informou o MIDR em nota oficial. A mensagem enviada continha apenas a palavra “misantropia” — que significa ódio à humanidade — e foi classificada na categoria de “alerta extremo”, normalmente reservada para desastres naturais iminentes com risco à vida, segundo a Agência Brasil . A invasão emitiu 10 mensagens distintas para “milhões de brasileiros”, de acordo com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civi...

O spyware Spyzie está espionando milhares de usuários de Android e iPhone.

  Uma operação de vigilância telefônica pouco conhecida, chamada Spyzie, comprometeu mais de meio milhão de dispositivos Android e milhares de iPhones e iPads, de acordo com dados compartilhados por um pesquisador de segurança.  A maioria dos proprietários dos dispositivos afetados, que não foram identificados, provavelmente desconhece que os dados de seus telefones foram comprometidos. O pesquisador de segurança disse ao TechCrunch que o Spyzie é vulnerável à mesma falha de segurança que o Cocospy e o Spyic , dois aplicativos de stalkerware quase idênticos, mas com nomes diferentes, que compartilham o mesmo código-fonte e expuseram os dados de mais de 2 milhões de pessoas, como relatamos na semana passada. A falha permite que qualquer pessoa acesse os dados do telefone, incluindo mensagens, fotos e dados de localização, extraídos de qualquer dispositivo comprometido pelos três aplicativos. O pesquisador afirmou que a falha também expõe os endereços de e-mail de cada cliente ...

Por trás da rede de stalkerware que expõe os dados privados de centenas de milhares de telefones

  Grande parte dos softwares espiões que você ouve falar hoje em dia são exploits poderosos, patrocinados por Estados-nação, que conseguem invadir iPhones de forma silenciosa e remota em qualquer lugar do mundo. Essas poderosas ferramentas de hacking são compradas e operadas por governos, muitas vezes visando seus críticos mais ferrenhos — jornalistas, ativistas e defensores dos direitos humanos. Existe outro tipo de spyware que é mais comum e tem muito mais probabilidade de afetar a pessoa média: os aplicativos de spyware de uso doméstico, controlados por pessoas comuns. O spyware para consumidores é frequentemente vendido sob o disfarce de software de monitoramento infantil, mas também é conhecido como "stalkerware" devido à sua capacidade de rastrear e monitorar outras pessoas ou cônjuges sem o seu consentimento. Os aplicativos de stalkerware são instalados sorrateiramente por alguém com acesso físico ao telefone da pessoa e ficam ocultos da tela inicial, mas silenciosa...