Pular para o conteúdo principal

TV.garden uma televisão que permite ver canais TV de todo o mundo

 Já imaginou mudar de país na televisão com um simples clique? É exatamente essa a proposta do TV.garden, uma plataforma online que está a ganhar popularidade por permitir explorar canais televisivos de praticamente todo o planeta através de um globo interativo.

Imagem TV.garden: o “Google Maps” da televisão

Inspirado no conceito do famoso “Radio Garden”, que já apresentamos aqui no Pplware, esta plataforma é dedicada às rádios online, o TV.garden leva a experiência para a televisão em direto.

A ideia é simples, navegar pelo mapa-mundo, escolher um país e começar a ver canais locais em segundos.

Imagem plataforma global de TV, TV.garden

Um mapa-mundo cheio de canais televisivos

A plataforma organiza os canais por países, regiões e géneros, permitindo descobrir emissões locais, canais de notícias, desporto, música, cultura e entretenimento. Em muitos casos, basta clicar num ponto do mapa para iniciar a transmissão.

Segundo várias descrições da plataforma e aplicações associadas, o serviço agrega milhares de canais de mais de 130 países.

A experiência acaba por ser bastante curiosa porque permite perceber o que está a ser transmitido em diferentes partes do mundo em tempo real. É possível, por exemplo, acompanhar noticiários japoneses, canais locais dos EUA, televisão árabe ou emissões europeias sem sair do navegador.

Imagem TV.garden: o “Google Maps” da televisão

Sem registo e acessível no browser

Uma das grandes vantagens do TV.garden é a simplicidade. O serviço funciona diretamente no navegador e, em muitos casos, nem exige criação de conta.

Há também aplicações Android e iOS, associadas ao projeto, disponíveis nas respetivas Stores, que funcionam como agregadores ou leitores de streams televisivos. Contudo, não estão ainda com qualidade que subtitua o browser, no nosso entender.

Algumas versões da plataforma incluem ainda suporte para Chromecast, Picture-in-Picture e reprodução de streams HLS ou DASH.

Imagem TV.garden: o “Google Maps” da televisão

Nem todos os canais funcionam em qualquer país

Apesar da proposta interessante, existem limitações importantes. Alguns canais estão sujeitos a bloqueios geográficos e podem não funcionar dependendo da localização do utilizador.

Além disso, vários serviços associados ao TV.garden esclarecem que não alojam diretamente os conteúdos, funcionando antes como agregadores ou leitores de streams disponíveis online.

Ou seja, a disponibilidade dos canais pode variar bastante, assim como a qualidade das transmissões.

Uma forma curiosa de “viajar” pelo mundo

Mais do que substituir serviços tradicionais de televisão, o TV.garden acaba por funcionar como uma ferramenta de descoberta cultural. Em poucos minutos, é possível saltar entre países e perceber tendências, idiomas, estilos televisivos e até acontecimentos locais.

Para quem gosta de explorar conteúdos internacionais, acompanhar notícias estrangeiras ou simplesmente descobrir o que se vê noutras partes do mundo, o TV.garden é uma plataforma curiosa e surpreendentemente viciante. Fica a dica!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

“internet zumbi”

 A ascensão do slop, diz ele, transformou a rede social em um espaço onde “uma mistura de bots, humanos e contas que já foram humanos, mas não se misturam mais para formar um site desastroso onde há pouca conexão social”. Nick Clegg, presidente de assuntos globais da empresa-mãe do Facebook, Meta, escreveu em fevereiro que a rede social está treinando seus sistemas para identificar conteúdo feito por IA. “Como a diferença entre conteúdo humano e sintético fica turva, as pessoas querem saber onde está o limite”, escreveu ele. O problema começou a preocupar a principal fonte de receita da indústria de mídia social: as agências de publicidade que pagam para colocar anúncios ao lado do conteúdo. Farhad Divecha, diretor-gerente da agência de marketing digital AccuraCast, com sede no Reino Unido, diz que agora está encontrando casos em que os usuários estão sinalizando erroneamente os anúncios como slop feitos de IA quando não estão. “Vimos casos em que as pessoas comentara...

Apple Intelligence

  O iOS 18.2 trouxe  uma série de novos recursos dentro da suíte Apple Intelligence   e isso também está exigindo mais armazenamento livre nos iPhones, iPads e Macs compatíveis. Conforme as novas diretrizes da Apple, agora  o usuário precisa manter ao menos 7 GB de memória livre  no dispositivo caso deseje usar as funcionalidades de Inteligência Artificial. Ou seja, um aumento considerável em relação aos 4 GB de armazenamento  exigidos anteriormente no iOS 18.1 . A Apple diz que essa mudança é necessária porque muitas das funções de IA são processadas localmente pela NPU Apple Silicon, algo que exige mais espaço de memória. Caso o usuário não tenha os 7 GB disponíveis, ele será impedido de usar a IA para gerar emojis (Genmoji) ou conversar com a nova Siri, que tem o ChatGPT integrado.   Recursos mais "simples", como a tradução ou resumo de textos, também deixam de funcionar. Na prática, usuários que procuram comprar os novos aparelhos da linha  iP...

Cibersegurança: Confiança zero… desconfiança por omissão

  Atualmente, todas as empresas têm presença digital. Embora este facto traga inúmeros benefícios, também acarreta uma série de riscos. Os cibercriminosos estão a encontrar cada vez mais formas de contornar as medidas de segurança e aceder aos dados. Se a proteção não for suficientemente forte, os dados das organizações, dos seus clientes e dos seus parceiros podem ser comprometidos, com consequências terríveis para as empresas. A crescente digitalização, juntamente com a evolução das táticas dos cibercriminosos, está a resultar num aumento dos incidentes de cibersegurança. Esta tendência preocupante é demonstrada no último Relatório de Violação de Dados, realizado pelo Internet Theft Resource Center (ITRC), que regista 2.365 ciberataques em 2023 que afetaram mais de 300 milhões de vítimas. Com este conhecimento, é essencial que as empresas tomem medidas e protejam os seus sistemas para evitar que utilizadores não identificados acedam a informações sensíveis. Só assim será possível...